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Fluxo

May 24, 2018

 

 Por Clarissa Braga

 

 

 

Eu sou bailarina e comecei a fazer aulas de Gyrotonic em 2009 após uma lesão nos dois pés que me fez ficar sem dançar por três meses. Três meses na vida de um profissional é uma eternidade. A minha coreografa e amiga me indicou que fizesse o método como uma forma de me manter em forma e recuperar da lesão.

 

Foi preciso apenas uma aula para que eu me apaixonasse pelo método. Me emociona falar sobre isso, porque foi um momento em que estava muito desanimada e achava que iria voltar muito atrás na minha performance e na verdade redescobri como trabalhar o meu corpo e minha mente e me tornei outra profissional. O Gyrotonic transformou a minha dança completamente e me empoderou do meu corpo de forma que nenhuma outra técnica tinha chegado perto.

 

Os movimentos circulares e fluidos me davam força, flexibilidade e - muito importante - PRAZER. Eu já tinha praticado outros métodos e sempre desanimava, acabava ficando entediada e parava de ir. Com o Gyro cada aula era uma descoberta e cada aula me trazia mais prazer e felicidade e, até hoje, quase dez anos depois, eu  me surpreendo com novas conexões e novas formas de trabalhar meu corpo.

 

Desde de 2016 eu pensava em fazer a formação para me tornar instrutora e, muito incentivada pela Tati Malhado, no começo desse ano eu concluí o Gyrotonic Foundation Course com a Master Trainer Fabi Bernardes e me tornei uma Trainee. Foram semanas muito intensas e emocionantes. Ao final do curso só pude cair em lágrimas e abraçar a Fabi por ter conquistado algo que se tornou uma paixão e uma forma de viver para mim.

 

Hoje tenho orgulho de ser uma instrutora de Gyrotonic do Respirartes Studio, acolhida pela Tati Malhado, que se tornou uma mestra para além de professora. Acredito que TODO bailarino deva conhecer o método, porque é amor à primeira vista. Pense que ele foi criado para nós! Sim, o Gyotonic começou para ajudar bailarinos na performance e a prevenir lesões! Em quase uma década que pratico o método nunca me lesionei. Sim, eu nunca me lesionei.

 

Para além da eficácia física, há uma conexão mental e um esvaziamento da mente que nos acompanha até o resto do dia. Saber trabalhar seu corpo é saber trabalhar sua mente. Sou grata por poder viver de algo que me move de todas as formas e me instiga a querer sempre mais.

 

E é só o começo. 

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